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Prefeitura amplia ações na Semana Estadual de Mobilização Social contra o Aedes aegypti

Ações se concentrarão na Praça Umbelina Bueno, escolas e Unidades Básica de Saúde; orientação é para que os moradores ampliem as vistorias em seus quintais e fiquem atentos aos possíveis locais que acumulem água parada.

A Secretaria de Saúde de Jaguariúna deu início na última segunda-feira, 4 de dezembro, às ações da Semana Estadual de Mobilização contra o Aedes aegypti, que será encerrada no próximo dia 8. Nesse período, conforme a titular da pasta, Maria do Carmo de Oliveira Pelisão, agentes comunitários de saúde estarão na Praça Umbelina Bueno, a principal da cidade.

Entre as ações estão a distribuição de folders à população, além da apresentação de amostras com larvas do Aedes aegypti, para que as pessoas possam saber como funciona o ciclo reprodutivo do mosquito. Somente a fêmea se alimenta de sangue e transmite a dengue e as outras doenças. Para isso, ela precisa de água parada para depositar seus ovos e iniciar o ciclo de transformação, que passa por larvas, pupas e mosquitos alados.

Essas e outras informações também estão sendo divulgadas nas escolas e nas Unidades Básicas de Saúde (UBS’s), onde foram afixados cartazes informativos. A Secretaria estadual da Saúde solicitou que as prefeituras, a sociedade civil e todas as entidades privadas se unam e atuem como parceiros dos órgãos de saúde e da população em geral, no combate aos criadouros do Aedes aegypti.

É que sem criadouro, não tem mosquito. Dessa forma, a orientação é para que os moradores ampliem as vistorias em seus quintais e fiquem atentos aos possíveis locais que acumulem água parada, o que inclui praças, parques, escolas e demais locais de uso comum. As fotos abaixo foram feitas após a postagem dessa matéria no site e mostram o trabalho dos agentes de saúde na Praça Umbelina Bueno.

Em Jaguariúna, conforme a secretária de Saúde Maria do Carmo Pelisão, novos mutirões de limpeza acontecerão ainda este mês, para que a cidade continue livre de doenças como chikungunya, zika e febre amarela. Quanto à dengue, a situação é considerada sob controle, pois houve uma queda enorme no número de casos da doença: foram apenas seis casos de janeiro a dezembro, contra 48 no ano passado, portanto, houve uma queda de 87,5%.

Reportagem: Aluízio Santana

Foto principal: Ivair Oliveira – Fotos na Praça: Divulgação/SMS.