Prestes a atingir meta de cobertura vacinal em sarampo e poliomielite, Saúde faz apelo aos pais

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, falta muito pouco para que a meta de 95% de vacinação seja atingida e isso só depende da iniciativa dos pais em levar seus filhos à UBS mais próxima de sua casa.

A alguns dias do encerramento da Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo e a Poliomielite (foto ao lado), que termina no próximo dia 31 de agosto, a secretária de Saúde de Jaguariúna, Maria do Carmo de Oliveira Pelisão, comemora os altos índices de imunização alcançados, mas destaca um detalhe importante: para que o município atinja o ideal, ou seja, 95% da meta preconizada pelo Ministério da Saúde, os pais das crianças que ainda não foram vacinadas precisam colaborar e garantir a saúde de seus filhos.

Conforme a secretária de Saúde, até sexta-feira (24/08) a Prefeitura tinha imunizado 88% das crianças contra a poliomielite e 87% contra o sarampo, o que é altamente satisfatório, mas o objetivo é chegar ou superar os 95%, pois a vacina é gratuita e está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBS’s). Segundo ela, o grupo das crianças até 1 ano de idade está em torno de 65% e a cobertura precisa ser melhorada.

“Superamos os índices de vacinação atingidos pela maioria dos municípios no Estado de São Paulo e no Brasil, até aqui, mas temos condições de chegar ao ideal, e é por isso que faço um apelo aos pais e mães que ainda não vacinaram seus filhos contra essas doenças: levem as crianças à Unidade Básica de Saúde mais próxima para que sejam imunizadas, pois isso é fundamental para que cresçam com saúde”, diz a secretária.

Os números referentes à vacinação estadual e nacional são os seguintes: Estado de São Paulo: Poliomielite = 66% e Sarampo = 65%; Brasil: Poliomielite = 64% e Sarampo = 64%. Ainda segundo a secretária, mesmo com a carteira de Vacinação estando em dia, nesta campanha é preciso que os pais levem as crianças com idade de 1 ano para tomarem duas doses, sendo uma para SRC (Sarampo/Rubéola/Caxumba) e outra Tetraviral (Sarampo, Rubéola/Caxumba e Varicela), a fim de cobrir eventuais falhas vacinais.

 

Reportagem: Aluízio Santana

Fotos: Samuel Oliveira